Cinema Obrigatório: Até Que a Sorte nos Separe

Uma das coisas que eu mais faço é ir ao cinema. Meu namorado e eu estamos sempre conferindo os filmes em cartaz. Essa semana fomos ver “Até Que A Sorte Nos Separe“. Quando eu vi sobre o filme, pensei logo: “não posso deixar de ver“, isso pelo fato de eu ser fã do trabalho do Leandro Hassum, e como ele sempre arrebenta em cena, imaginei que dessa vez não seria diferente. E não foi mesmo!

Até Que a Sorte nos Separe” é um filme nacional daqueles bem engraçados, você morre de rir do início ao fim (sério). Ele conta a história de Tino, um pai de família, profissional de Ed. Física, que ganha na loteria e tem sua vida completamente transformada. Ele e a família passam 10 anos gastando todo o dinheiro, o resultado é a falência. O fato é: como contar a “bomba” para a esposa (Danielle Winits) que está grávida e não pode ter fortes emoções.

Mesmo com menos de uma semana em cartaz, sei que muita gente já assistiu. Mas quero deixar aqui minha super recomendação. Alguém aí já viu? O que acharam?

Ice Age: Continental Drift

Olá pessoal.

Hoje fui conferir o quarto filme de uma série que conta a história da separação dos continentes (pelo esquilinho Scrat – tudo em busca da tão cobiçada noz) e da última Era Glacial.

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A separação dos continentes provoca mudanças no terreno de vários locais, entre eles onde os amigos Manny (Ray Romano/Diego Vilela), Diego (Denis Leary/Márcio Garcia) e Siid (John Leguizamo/Tadeu Mello) estão alojados. Um terremoto faz com que o trio fique preso em um iceberg, enquanto que Ellie (Queen Latifah/Carla Pompílio) e a pequena Amora (Keke Palmer/Bruna Laynes) permanecem no continente. Em alto mar, Manny promete que irá encontrá-las a qualquer custo, mas para tanto precisará enfrentar perigosos piratas e resistir ao famoso sedutor canto das sereias.

Esse fim de semana, A ERA DO GELO 4, desbancou O ESPETACULAR HOMEM ARANHA e conseguiu o topo das bilheterias nos EUA.

A animação, distribuída pela FOX FILMES, que, pela primeira vez não tem a mão do brasileiro Carlos Saldanha, fez 46 milhões de dólares, valor considerado bom, na média dos outros três filmes da franquia (o mais alto – A ERA DO GELO 2 – tinha feito US$ 68 milhões).

A força da série, não está nos Estados Unidos. O terceiro longa fez 886,7 milhões de dólares ao redor do mundo, tendo sido 78% conseguido fora do território norte americano. Este quarto filme, que já havia estreado em vários países, inclusive no Brasil, soma até o momento 385 milhões em todo o mundo.

O filme, classificado como aventura, animação e comédia, é livre para todos os públicos.

Ele é bem engraçadinho. Todos vão rir em alguma parte, não só as crianças.

Se você gosta de animação, assista, você vai gostar muito. E se não gosta, assista também. Eu não curto animação e gostei do filme 🙂

Bom, por hoje é só, mas semana que vem tem mais.

Beijinhos 🙂

Paraísos Artificiais

Olá fãs de cinema. Tudo bem?

Hoje vim aqui falar pra vocês do filme que assisti no último sábado.

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Dos produtores de Tropa de Elite I e II, PARAÍSOS ARTIFICIAIS é um filme de Marcos Prado – premiado diretor de Estamira – Foi rodado, em Amsterdam, no Recife e no Rio de Janeiro.

Em uma paradisíaca praia do Nordeste brasileiro, Shangri-La – um enorme festival de arte e cultura alternativa – é plano de fundo de experiências sensoriais intensas entre três distintos jovens contemporâneos: Nando (Luca Bianchi), a DJ Érika (Nathalia Dill) e sua melhor amiga Lara (Lívia de Bueno). Sem que percebam, como meras peças de um caótico jogo do destino, o encontro muda radicalmente suas vidas para sempre.

A trama é uma história de amor nada convencional, em pleno boom da música eletrônica no Brasil, e fala do envolvimento de jovens de classe média no tráfico internacional de entorpecentes.

Tais entorpecentes são as drogas artificiais, criadas em laboratório a partir de substâncias pouco conhecidas, portanto, difíceis de se proibir – já que surgem novas a cada mês – pois não ainda estão catalogadas. Podem ser livremente vendidas via internet para qualquer lugar do mundo e distribuídas em festas rave sem ser considerado crime.

Classificado como drama, o filme está sendo exibido em mais de 250 salas pelo Brasil, portanto, não há motivo para não assistir. Não se deixe levar pelas opiniões alheias, vá e tire as próprias.

NÃO RECOMENDADO para menores de 16 anos (respeite a classificação porque o filme é pesado). Tem cenas fortes, fala abertamente sobre drogas e aborda música eletrônica, amor e amizade.

Eu gostei da fotografia, da informação – Marcos Prado passou 3 anos estudando sobre esse novo tipo de drogas – e do roteiro. A história, na minha humilde opinião, é que não é assim tão boa.

Nathalia Dill estava incrível no filme que, segundo ela, foi um desafio. O elenco é dos melhores e tem muita gente nova – e boa! – no cinema nacional começando a apontar.

Este filme também era um desafio para o diretor Marcos Prado (de Ônibus 174 e Tropa de Elite I e II entre outros), é a sua estreia na de ficção.  A cobrança por algo de calibre semelhante ao dos seus documentários, queira ele ou não, é um caminho natural. E a primeira impressão que se tem de Paraísos Artificiais é que não é tão forte como os outros. Mas vale à pena ver sim.

Para um primeiro trabalho no gênero, não é tão ruim. Marcos Prado gosta de estudar pra produzir. É característica dos filmes dele informar mais do que cativar, eu acho.

E então.. Partiu cinema?

Até semana que vem.

Beijinhos 🙂