Paraísos Artificiais

Olá fãs de cinema. Tudo bem?

Hoje vim aqui falar pra vocês do filme que assisti no último sábado.

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Dos produtores de Tropa de Elite I e II, PARAÍSOS ARTIFICIAIS é um filme de Marcos Prado – premiado diretor de Estamira – Foi rodado, em Amsterdam, no Recife e no Rio de Janeiro.

Em uma paradisíaca praia do Nordeste brasileiro, Shangri-La – um enorme festival de arte e cultura alternativa – é plano de fundo de experiências sensoriais intensas entre três distintos jovens contemporâneos: Nando (Luca Bianchi), a DJ Érika (Nathalia Dill) e sua melhor amiga Lara (Lívia de Bueno). Sem que percebam, como meras peças de um caótico jogo do destino, o encontro muda radicalmente suas vidas para sempre.

A trama é uma história de amor nada convencional, em pleno boom da música eletrônica no Brasil, e fala do envolvimento de jovens de classe média no tráfico internacional de entorpecentes.

Tais entorpecentes são as drogas artificiais, criadas em laboratório a partir de substâncias pouco conhecidas, portanto, difíceis de se proibir – já que surgem novas a cada mês – pois não ainda estão catalogadas. Podem ser livremente vendidas via internet para qualquer lugar do mundo e distribuídas em festas rave sem ser considerado crime.

Classificado como drama, o filme está sendo exibido em mais de 250 salas pelo Brasil, portanto, não há motivo para não assistir. Não se deixe levar pelas opiniões alheias, vá e tire as próprias.

NÃO RECOMENDADO para menores de 16 anos (respeite a classificação porque o filme é pesado). Tem cenas fortes, fala abertamente sobre drogas e aborda música eletrônica, amor e amizade.

Eu gostei da fotografia, da informação – Marcos Prado passou 3 anos estudando sobre esse novo tipo de drogas – e do roteiro. A história, na minha humilde opinião, é que não é assim tão boa.

Nathalia Dill estava incrível no filme que, segundo ela, foi um desafio. O elenco é dos melhores e tem muita gente nova – e boa! – no cinema nacional começando a apontar.

Este filme também era um desafio para o diretor Marcos Prado (de Ônibus 174 e Tropa de Elite I e II entre outros), é a sua estreia na de ficção.  A cobrança por algo de calibre semelhante ao dos seus documentários, queira ele ou não, é um caminho natural. E a primeira impressão que se tem de Paraísos Artificiais é que não é tão forte como os outros. Mas vale à pena ver sim.

Para um primeiro trabalho no gênero, não é tão ruim. Marcos Prado gosta de estudar pra produzir. É característica dos filmes dele informar mais do que cativar, eu acho.

E então.. Partiu cinema?

Até semana que vem.

Beijinhos🙂

One thought on “Paraísos Artificiais

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